Agosto dourado e a importância do leite materno.

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Em agosto do ano passado, quando ainda estava dando os primeiros passos com o blog (já temos mais de 1 ano!), convidei a enfermeira Hévylla Feitoza para conversarmos sobre amamentação.

Trabalhamos juntos em um CAPS AD de Fortaleza e me chamou a atenção a área na qual a Hévylla estava se especializando: consultoria em amamentação.

Sempre me foi clara a importância dos cuidados maternos e, especificamente, da amamentação. Tanto para a criança quanto para a mãe. Com a perspectiva multidisciplinar que sempre propus trazer para o blog, o diálogo veio a calhar, especialmente no mês em que é comemorada a semana mundial da amamentação, o agosto dourado. Acesse aqui, aqui e aqui os posts sobre o “Diálogos em saúde mental” que fiz com a Hévylla.

A semana mundial da amamentação visa a incentivar a prática entre as mães, diante de uma realidade em que, por exemplo, apenas 39% dos bebês brasileiros são alimentados somente com leite materno até os cinco meses de idade, taxa considerada abaixo do ideal pela Organização Mundial de Saúde.

Em níveis mundiais apenas 23 países superam a taxa de 60% de amamentação exclusiva indicada pela OMS e nenhum país segue por completo as diretrizes para amamentação.

Passado 1 ano, hoje tenho a honra de ter a consultora em amamentação Hévylla Feitoza como colaboradora do blog e, no post de hoje, ela irá falar sobre a importância do leite materno.

Importância do Leite Materno por Hévylla Feitoza

✅ Benefícios do leite materno: Segundo o Ministério da Saúde, nos seis primeiros meses de vida, o bebê não precisa comer ou beber mais nada – nem mesmo água ou chás, pois no leite há tudo que o bebê precisa. O leite materno é o único alimento que fornece nutrientes importantes para o desenvolvimento cerebral, que combate infecções, protege a criança contra bactérias e vírus e evita diarréias. Ainda segundo o Ministério da Saúde, o recém-nascido alimentado apenas com o leite materno tende a ser recuperar de doenças com maior facilidade.

❎ Não diversifique a dieta do bebê: por acreditar que outros alimentos são mais práticos, nutritivos e benéficos para o bebê, muitas mães passam a dar leites industrializados, mingaus, papinhas, itens considerados calóricos e que podem induzir o desenvolvimento de diabetes, alergias e obesidade infantil.

A OMS aconselha que apenas depois de passados os seis primeiros meses de vida sejam inseridos na alimentação da criança papinhas de frutas e de legumes – sem interromper a amamentação, que pode ser continuada até os dois anos de idade. “O bebê que mama no peito desenvolve melhor o rosto, a boca, a mordida e principalmente o sistema respiratório”, afirma o pediatra Marcus Renato, especialista em amamentação.

✅ Fortalecendo o vínculo: “Crianças pequenas precisam e sentem prazer em sugar, pois estão na fase oral. O contato com a pele da mãe e o mamar no peito são tranquilizantes e extremamente benéficos ao bebê”, explica Dr. Marcus Renato, que é contra o uso da mamadeira e da chupeta.

✅ Benefícios à mulher: Além de fortalecer o vínculo entre a mãe e o bebê, a amamentação diminui os riscos de a mulher desenvolver anemia, osteoporose, doenças cardíacas, câncer de mama e de ovário, depressão e hemorragia pós-parto, além ser um ato prazeroso e que aumenta a autoestima.

Fonte: www.aleitamento.com


www.brunosampaiopsi.com.br

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