Demi Lovato fala abertamente sobre transtorno bipolar e a estigmatização da saúde mental

Demi Lovatto
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Diagnosticada em 2010 com transtorno bipolar, a cantora Demi Lovato, desde então, se mostra uma das personalidades públicas mais engajadas em defesa da saúde mental.

A cantora, cujo pai tinha esquizofrenia, também fora diagnosticada com transtornos alimentares, além de ter feito uso abusivo de substâncias ilícitas e de se automutilar desde os 11 anos de idade.

Hoje, com humor estável e uma carreira de sucesso, a cantora prova que, se adequadamente tratadas, as pessoas diagnosticadas com transtornos mentais podem ter uma vida normal, como qualquer outra.

Em recente entrevista a um programa da iHeart Radio, Demi afirmou que gostaria de parar de ser rotulada como bipolar, realidade que, infelizmente, é enfrentada por inúmeras pelo mundo, sejam famosas ou não:

Isso é algo que é verdade, eu sou bipolar. Mas não gosto quando as pessoas usam isso como rótulo. Isso é algo que eu tenho, e não o que eu sou.

Com grande influência entre a população jovem, a cantora usa a sua notoriedade em prol da saúde mental e confessa o orgulho de ser ativista em prol da causa:

Eu uso a minha voz para fazer mais do que simplesmente cantar e gosto de a usar para falar sobre saúde mental, porque é algo que me apaixona. Eu acho que (ser conhecida como) Demi Lovato, ativista, é algo que me faria muito orgulhosa.

Na mesma entrevista, Demi também falou sobre a importância de cada vez mais serem discutidos estes temas, que ainda são tratados como tabus:

Quanto mais as pessoas falarem sobre isso, mais pessoas estarão disponíveis a encontrar soluções para o que elas estão passando.

Ainda falando sobre saúde mental, Demi se referiu ao vocalista do Linkin Park, Chester Bennington, que cometeu suicídio no último dia 20 de julho, afirmando que, talvez, a morte do vocalista da banda possa aumentar a discussão sobre saúde mental entre a população e, desta forma, ajudar as pessoas:

É uma situação lamentável e me sinto péssima por seus familiares e amigos, mas eu sei que talvez isso aumente o tema nas conversas sobre doenças mentais e saúde mental e ajude outras pessoas.

Felizmente, mais e mais personalidades públicas vêm à público tratar a temática da saúde mental com a naturalidade que deve ser tratada. Certamente este movimento se faz positivo na vida de muitas pessoas ao ajudar a minorar preconceitos e disseminar o conhecimento.

Ir à psicoterapia, ir ao psiquiatra, ir ao psicanalista ou fazer uso de psicofármacos não torna ninguém louco ou incapaz: as personalidades públicas que se manifestam sobre a questão estão aí para provar isso.

Caso haja interesse, leia mais sobre personalidades que falam abertamente sobre saúde mental: aqui, aqui, aqui, aqui, aqui.


link para o site profissional do psicólogo e psicanalista Bruno Sampaio, de Fortaleza, Ceará

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