Fortnite: cinco polêmicas envolvendo o Battle Royale da Epic Games | Jogos de ação

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Fortnite, jogo da Epic Games, foi lançado em julho de 2017. Em dois anos de vida, o game virou um verdadeiro fenômeno, mas também se envolveu em polêmicas. Entre os casos, estão atualizações mal recebidas pela comunidade e até acusações de roubo por parte de celebridades. Mesmo com as controvérsias, o game registrou mais de 200 milhões de jogadores cadastrados no final de 2018 e se consagrou como um dos títulos atuais mais jogados ao redor do mundo. Confira, a seguir, uma lista com cinco polêmicas envolvendo Fortnite e a Epic Games.

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Como baixar Fortnite em celulares com Android

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Fortnite conta com animações que podem ser utilizadas para provocar adversários ou completar desafios. O recurso, porém, se tornou um problema para a Epic Games. Em 2018, a desenvolvedora foi acusada de roubar passos de danças de celebridades, como Alfonso Ribeiro (o Carlton Banks da série Um Maluco no Pedaço) e o rapper 2 Milly. Os dois processaram a empresa alegando que tiveram seus passos de danças reproduzidos no game sem consentimento.

A polêmica não para aí. Donald Faison, conhecido por seu papel como Christopher Turk na série Scrubs, foi ao Twitter para expressar insatisfação pelo emote Dance Moves, uma das animações mais famosas do game. A coreografia é parecida com a que o ator faz em um dos episódios da série televisiva. O rapper BlocBoy JB também processou a empresa por um suposto plágio de sua dança no clipe da música Shoot – no game, o emote é chamado de Hype.

As danças de Fortnite são utilizadas para provocar ou completar desafios, mas também são motivo de polêmica — Foto: Reprodução/Epic GamesAs danças de Fortnite são utilizadas para provocar ou completar desafios, mas também são motivo de polêmica — Foto: Reprodução/Epic Games

As danças de Fortnite são utilizadas para provocar ou completar desafios, mas também são motivo de polêmica — Foto: Reprodução/Epic Games

Arma removida e críticas de jogadores profissionais

As atualizações feitas em Fortnite também já resultaram em problemas para a desenvolvedora. A espada Infinity Blade, por exemplo, é uma arma que foi criada para homenagear a franquia de mesmo nome, que também é da Epic Games. A arma foi adicionada em dezembro de 2018 como parte de um evento especial, mas recebeu críticas dos jogadores por ser desbalanceada e tornar os usuários que a usavam quase invencíveis. Além disso, a lâmina causou um bug que fez um pro players perder o prêmio de US$ 75 mil dólares (cerca R$ 282,6 mil) no torneio Winter Royale North America. A Infinity Blade foi removida do jogo em seguida, mas voltou ao game em fevereiro de 2019 após um nerf.

No mês seguinte, em 27 de março de 2019, Fortnite recebeu o patch v8.20, mas as novidades não foram bem recebidas por jogadores profissionais e criadores de conteúdo, inclusive pelo streamer Tyler “Ninja” Blevins. O motivo da polêmica foi a remoção de uma mecânica presente no game desde o patch v7.40, que recompensava os jogadores com vida e materiais após efetuarem um abate. A Epic Games disse que o recurso limitava as estratégias e incentivava a agressividade nas partidas. Ninja demonstrou sua insatisfação com o patch durante uma transmissão ao vivo onde falou que as partidas estavam monótonas e sem graça.

Ninja, um dos streamers mais famosos de Fortnite, mostrou insatisfação com o patch 8.20 — Foto: Divulgação/Red Bull GamesNinja, um dos streamers mais famosos de Fortnite, mostrou insatisfação com o patch 8.20 — Foto: Divulgação/Red Bull Games

Ninja, um dos streamers mais famosos de Fortnite, mostrou insatisfação com o patch 8.20 — Foto: Divulgação/Red Bull Games

Epic Games processa menor de idade

Em outubro de 2017 a Epic Games começou a tomar medidas judiciais contra jogadores que trapaceavam em Fortnite com programas ilegais. Um caso em específico gerou a ira de uma mãe, que viu seu filho de apenas 14 anos ser processado pela empresa. Alarmada com a situação, a mãe enviou uma carta à empresa com diversos argumentos contra a Epic. Um deles era que a empresa precisava provar que a criança causou prejuízo financeiro com a trapaça usada.

As tentativas de anular a ação não surtiram efeito em primeira instância, já que a empresa rebateu os pontos levantados pela mãe ao chamá-los de irrelevantes em um documento da ação civil. O processo contra o menor continua a causar manifestações na Internet até hoje, tanto a favor quanto contra a atitude da Epic Games.

Trapacear no Battle Royale da Epic Games pode custar caro. — Foto: Divulgação/Epic GamesTrapacear no Battle Royale da Epic Games pode custar caro. — Foto: Divulgação/Epic Games

Trapacear no Battle Royale da Epic Games pode custar caro. — Foto: Divulgação/Epic Games

Epic remove anúncios do YouTube após polêmica

Em fevereiro de 2019 a desenvolvedora do jogo decidiu parar de vincular anúncios de Fortnite no YouTube após descobrir que as propagandas eram exibidas em vídeos que circulavam entre pedófilos na plataforma. Os vídeos em questão não continham conteúdos pornográficos com crianças, mas atraiam comentários com teor sexual.

Um representante da Epic Games contou que, além da remoção dos anúncios, entrou em contato com a Google e o YouTube a fim de entender quais ações as empresas vão tomar para o combate contra a pedofilia na plataforma. Até o momento, os anúncios de Fortnite seguem de fora do YouTube.

Os anúncios de Fortnite continuam de fora do YouTube — Foto: Divulgação/Epic GamesOs anúncios de Fortnite continuam de fora do YouTube — Foto: Divulgação/Epic Games

Os anúncios de Fortnite continuam de fora do YouTube — Foto: Divulgação/Epic Games

Príncipe Harry quer banir Fortnite

Em uma polêmica ainda mais recente, o príncipe Harry chamou atenção do público fã de Fortnite ao afirmar que o Battle Royale é viciante e seu único propósito é prender jogadores nos computadores. O Duque de Sussex menciona outras plataformas, como as redes sociais, em uma apresentação feita em uma unidade do YMCA, em Londres, mas enfatizou que Fortnite, um dos games mais populares do mundo, foi criado para viciar.

As palavras do príncipe causaram alvoroço na comunidade, que não se calou e rebateu as críticas desde então em fóruns e áreas de comentários de sites. Ainda segundo o príncipe, pais de crianças que jogam o Battle Royale precisam intervir e tomar uma atitude.

Príncipe Harry no Invictus Games Symposium de 2016 — Foto: Foto/EJ Hersom/Departamento de Defesa dos Estados Unidos da AméricaPríncipe Harry no Invictus Games Symposium de 2016 — Foto: Foto/EJ Hersom/Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América

Príncipe Harry no Invictus Games Symposium de 2016 — Foto: Foto/EJ Hersom/Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América

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