Testamos o ‘boost mode’ da Switch: o que é e como funciona?

Vamos directos ao assunto – a Switch está realmente a evoluir e em certos casos, o hardware da Nintendo está a tornar-se mais poderoso do que era no lançamento. Recentes histórias falam num 'boost mode' para a híbrida e após investigar um trio de recentes lançamentos, confirmamos que a Nintendo está a aplicar um overclock selectivo à consola – mais precisamente, abre novas opções para os programadores melhorarem a performance portátil e ao mesmo tempo, ajustam a gestão térmica e relógios CPU para acelerar os tempos de carregamento.

Em Dezembro de 2016, quando falamos das configurações e velocidades do relógio que a Nintendo escolheu para a Switch, ficamos preocupados. As especificações do processador Tegra X1 eram conhecidas após estrearem na Nvidia Shield em 2015 e ficou a sensação que a Nintendo estava a ser conservadora. Os relógios da CPU estavam limitados a 1020MHz, enquanto na dock a GPU corria a 768MHz – muito abaixo da Shield. A situação era ainda mais preocupantes em modo mobile, onde a GPU descia para apenas 307.2MHz – mas a Nintendo adicionou um um modo 384MHz mais poderoso antes do lançamento.

Recentes desenvolvimentos apimentaram as coisas, através de mais opções para os criadores. Em algumas circunstâncias, a CPU da Switch sobe temporariamente para 1785MHz, enquanto os modos portáteis de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey e Mortal Kombat 11 mostram as velocidades da GPU a subir para 460MHz – um aumento de 20% na frequência sobre o modo 384MHz, e uma melhoria de 50% sobre a opção 307.2MHz original. Além disto, existem indícios que sugerem o uso de um modo de frequência GPU dinâmica que se ajusta de acordo com a carga.

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About the Author: Leonardo Pinto

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